Playground

março 2005 Archives


março 29, 2005

24 horas

Mais uma série que eu assisto...

esse demônio chamado TV me domina completamente!

As aventuras de Jack Bauer me contagiaram...

E que venha a segunda temporada...

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março 22, 2005

And so It Goes


Eu estava pensando em muitas coisas que têm acontecido com tanta gente ao meu redor... e lembrei desse som, espero que eles gostem:

And So It Goes
Billy Joel
(Versão com Renato é bem legal...)


In every heart there is a room
A sanctuary safe and strong
To heal the wounds from lovers past
Until a new one comes along

I spoke to you in cautious tones
You answered me with no pretense
And still I feel I said too much
My silence is my self defense

And every time I've held a rose
It seems I only felt the thorns
And so it goes, and so it goes
And so will you soon I suppose

But if my silence made you leave
Then that would be my worst mistake
So I will share this room with you
And you can have this heart to break

And this is why my eyes are closed
It's just as well for all I've seen
And so it goes, and so it goes
And you're the only one who knows

So I would choose to be with you
That's if the choice were mine to make
But you can make decisions too
And you can have this heart to break

And so it goes, and so it goes
And you're the only one who knows

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março 17, 2005

Kill Bill

Meu Deus!

Foram as palavras proferidas por este mero mortal quando assistiu aos dois volumes em seqüência no Vivo Oen Air, ontem a noite!

Realmente, Tarantino se superou! Filmão com todos os requintes de uma boa trama, egendrada e montada em cima de um ícone dos anos 70, Kung Fu!

Com excelentes tiradas e com uma trilha sonora prá lá de engraçada e envolvente...


Agora imaginem esses filmes exibidos em seqüência numa tela de 6 andares ao ar livre! Com um puta sistema de som!

Foi assim!


Mas, a pedidos, vou contar um pouquinho mais sobre o evento da noite de quarta:

A epopéia, em dia de semana, começa sempre com a saída do trabalho,.

Saí meia hora mais cedo e peguei o bumba pro Jóquei... estava no meio do caminho quando a besta aqui percebeu que teria que voltar ao escritório!

Explico:

Há uma certa norma imbecil que os organizadores criaram para eventos como estes, que se aplicam única e exclusivamente aos meros mortais... por acaso, sou um deles!

Consiste na apresentação de um papel ou cartão magnético, previamente adquirido, à recepção do evento, a fim de possibilitar a admissão do portador.

Ocorre que o narrador, que vos conta a historinha aqui, estava no coletivo, tranqüilamente sentado, calmamente lendo "Até Mais, Valeu o Peixe" do Douglas Adams, emprestado pelo Jaime, quando se deu conta que o papel de admissão encontrava-se cuidadosamente guardado em sua pasta em seu escritório...

Ergue-se, dá-se o sinal, desce-se do Bumba, pega outro no sentigo contrário, aguenta-se zombaria no escritório, vota-se ao ponto e pega-se novo ônibus em sentido ao show...

(lembra aquela meia hora de lambuja.... pois é, já foi!)

Cheguei no Jóquei, 1 hora pro filme, beleza... muita gente, promoção do Terra, da Vivo, do Telecine...

Tiraram fotos com celulares, minha inclusive, ficou no mural, peguei a caixa de pipocas do Telecine, que voavam junto a outras em três tubos cilíndricos em vertical com ar aquecido, espiralando até que a promoter retirava e enchia a caixinha, depois dei uma volta pelos micros do Terra (jogos com telões de plasma de 50 polegadas) e o pessoal jogando Need 4 Speed Underground, e navegando em outros micros mais modestos.

Depois de receber toda a propaganda possível, fui pra arquibancada, peguei 4 lugares... nada de especiais, mas que estavam ali, e eram legais...

Enquanto o pessoal não chegava, circulei pelas espreguiçadeiras, que ficam próximas à tela, e fui em direção à tenda, armada mais para o lado.

Lá havia um ambiente de danceteria com palco para o show qu rolou depois do filme, e dois restaurantes - um japonês/chinês e outro de pizzas... voltei e encarei os filmes!

Muita gente bonita, muita gente estranha, muita gente faltou!

"Quem sabe um outro dia!"

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março 16, 2005

E lá vou eu!

Ver Kill Bill 1 e 2!

Numa telinha pequeeeeeeena!

Embaixo de chuva, eu acredito.... mas mesmo assim... he,he,he!!!

Como é boa a boa vida!!!! tra lá lá lá lá lá lá lá!

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março 15, 2005

Para Acalmar e Comemorar...

The Sundays regravaram esse clássico dos Rolling Stones, e o resultado é simplesmente o máximo:

ouçam!


Wild Horses
words and music by Rolling Stones
By The Sundays

Childhood living is easy to do
The things you wanted I bought them for you
Graceless lady you know who I am,
You know I can't let you slide through my hands


Wild Horses couldn't drag me away,
Wild, wild horses, couldn't drag me away


I watched you suffer a dull aching pain,
Now you've decided to show me the same
No sweeping exits or offstage lines
Can make me feel bitter or treat you unkind


Wild Horses couldn't drag me away,
Wild, wild horses, couldn't drag me away


I know I dreamed you a sin and a lie,
I have my freedom but I don't have much time
Faith has been broken, tears must be cried,
Let's do some living after we die


Wild Horses couldn't drag me away,
Wild, wild horses, we'll ride them someday


Wild Horses couldn't drag me away,
Wild, wild horses, we'll ride them someday

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março 14, 2005

Post Sobre a Legião?

Me perguntaram esses dias sobre o Urbana...

O que é o Urbana? Tudo bem, a gente merece... o Urbana Legio Omnia Vincit(link aí ao lado entre os que brincam) é um blog que o Jaime e eu decidimos fazer parta homenagear a melhor banda nacional de todos os tempos, a Legião Urbana!

E ele fez o blog para que a gente pudesse colocar textos sobre a banda e comentar as letras e algumas outras curiosidades que a gente sabe e curtia sobre toda esse fenômeno que foi~, e por que não, ainda é, a Legião Urbana.

E assim foi... fizemos os posts de abertura, cada um no seu estilo e dividimos as músicas... mas nossa preguiça foi uma das coisas mais inibidoras para o prosseguimento do blog...

Eu ainda vou tentar, por mais algumas vezes, reativá-lo!

Ele está on-line, e é nosso!

Sintam-se a vontade para entrar e se divertir!

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março 11, 2005

Enquanto Isso

A gente continua fazendo as nossas coisas... Hoje tem distribuição!

Alguém vem?

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março 09, 2005

Lenny Kravitz

Eu acho que esse cara tem as manhas de escrever e compor, mas provavelmente eu não vá ao Show dele aqui no Pacaembú...

Então, vou escutar por aqui:


Again
Lenny Kravitz


I've been searching for you
I heard a cry within my soul
I've never had a yearning quite like this before
Now that you are walking right through my door

All of my life
Where have you been?
I wonder if I'll ever see you again
And if that day comes
I know we could win
I wonder if I'll ever see you again

A sacred gift of heaven
For better, worse, wherever
And I would never let somebody break you down
Nor take your crown, never

All of my life
Where have you been?
I wonder if I'll ever see you again
And if that day comes
I know we could win
I wonder if I'll ever see you again

I walked through time I've always known
That you were there, upon your throne
A lonely queen without her king
I longed for you, my love forever

All of my life
Where have you been?
I wonder if I'll ever see you again
And if that day comes
I know we could win
I wonder if I'll ever see you again

All of my life
Where have you been?
I wonder if I'll ever see you again
And if that day comes
I know we could win
I wonder if I'll ever see you again

All of my life
Where have you been?
I wonder if I'll ever see you again
And if that day comes
I know we could win
I wonder if I'll ever see you again

I wonder if I'll ever see you again
I wonder if I'll ever see you again
I wonder if I'll ever see you again
I wonder if I'll ever see you again

I wonder if I'll ever see you again
I wonder if I'll ever see you again
I wonder if I'll ever see you again

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março 08, 2005

Anjos de Cara Suja

Você já passou por alguma experiência que te deixou pra baixo?

(tá, pergunta redundante)

Mas, é sério... eu já estive nessas situações por muitas e muitas vezes, e sempre aconteceu alguma coisa que me fez voltar ao normal, ou que pelo menos teve o poder de fazer isso.

(Explico: Todos os dias, acontecem coisas para nos deixar bem. Se as enxergamos ou deixamos elas passarem, depende, única e exclusivamente da gente.)

A primeira vez que eu reparei nos Anjos de Cara Suja, foi em 1996, eu estava saindo do trabalho, de um dia particularmente estressante e, andando pelas ruas, acabrunhado, melancólico, e me vi sobre o Viaduto Santa Ifigênia, quando, de repente, do nada, apareceu uma menina ao meu lado, e ela estava falando comigo, me dando algo para eu colocar no ouvido.

Meu cérebro demorou para se adaptar a situação. Olhei para os lados, e ninguém reparou no que estava acontecendo, olhei para a menina, não era ninguém que eu conhecesse, não era bonita nem feia, era apenas uma pessoa que passava na rua, na caótica Sampa que eu vivo.

Ela me colocou um fone de ouvido pelo qual ela estava escutando seu walkman, e me perguntou? "Não é demais essa música? sempre que eu estou pra baixo, eu a escuto e melhoro na hora!"

Eu olhava para ela, incrédulo, e, novamente a gagueira mental apareceu, e eu não estava entendendo nada... nada do que acontecia, não consegui nem identificar a música (logo eu que tenho orgulho de poder dizer: "maestro, uma nota!")

Eu olhei para aquela menina e disse o que me pareceu sensato dizer: "É!".

Ela deu um sorriso, continuamos andando e quando chegamos no Largo São Bento eu disse que iria entrar no metrô, e gentilmente devolvi o fone para ela, agracendo com um sorriso e ela pegou o fone e seguiu seu caminho.

Foi uma coisa inusitada! Uma aparição completamente louca na minha vida... Mas que serviu pra me dizer que as coisas ficariam bem.

O motivo que me levou a escrever este post foi uma conversa que eu tive com o neste domingo, quando ele me contou de uma experiência parecida na plataforma do metrô Ana Rosa.

Uma menina, vinda do nada, que o fez se sentir melhor, mesmo ele não pedindo ou não querendo estar naquele momento em particular.

Pensando em retrospectiva, eu consigo visualizar várias e várias vezes em que isso aconteceu comigo, seja com pessoas estranhas, seja com uma sequência de músicas, seja com tantas e tantas variáveis que possam ter aparecido ao longo desses anos todos.

À esses Anjos de Cara Suja, o meu muito obrigado!

e você, lembra de algum encontro com eles?

Minha vez: Diauspiter at 10:33 AM | Sua vez: (4)| Link para esse post



março 07, 2005

Kill Bill vol. 01 e vol. 02

E aí pessoal? que tal tirar uma noite para dançar com Uma Thruman, Michael Madsen, Lucy Liu, Darryl O´Hanna, David Carradine e grande elenco, numa viagem ao fundo do 4º filme de Quentin Tarantino, numa tela de 22,8m x 12,1m (equivalente a um prédio de seis andares)?

Dia 16, Quarta-Feira, no Vivo Open Air.

Estarei lá... e vocês?

Minha vez: Diauspiter at 09:23 AM | Sua vez: (9)| Link para esse post



março 06, 2005

100.000 km

O Papa Lombadas fez hj! 100.000 km rodados!

e o Playground 85.000 visitas!


e olha que eu pensei que o Playground chegaria primeiro aos 6 dígitos...

Minha vez: Diauspiter at 11:08 PM | Sua vez: (0)| Link para esse post



março 03, 2005

Ei autores?

A brincadeira está valendo!

Será que só eu brinco por aqui?

Minha vez: Diauspiter at 05:45 PM | Sua vez: (5)| Link para esse post



março 02, 2005

A distribuição das sacolinhas do grupo de lanches (em dezembro 2004).

A data certa da distribuição foi no dia 11 de dezembro... mas começou bem antes disso.

É, começou graças ao trabalho da Anaí, do Marcelo e do Eduardo, começou com o trabalho de distribuição de lanches que eles realizam já a sete (7) anos nas ruas de Sampa.

Mas a distribuição das sacolinhas de 2004, começou com o cadastramento das crianças em agosto, para a entrega das sacolinhas no final do ano (na verdade, muito antes disso, mas...). Foram eles, Anaí, Marcelo e Eduardo tirar as fotos das crianças em algumas noites de sexta-feira do mês de agosto... fotos de mais de 1187 crianças, e dados como nº de sapato, roupa, idade, nome dos pais e etc...haja filme e organização...

Depois, tiveram todo o trabalho de tabular esses dados e organizar as listas, arrumaram e organizaram as sacolinhas (que é um trabalho soberbo, se formos observar a compra, a preparação, a dobra e a impressão dos cartões das crianças).

Feito isso, começa a divisão das sacolas, e a distribuição entre os "padrinhos" das crianças, que montavam as sacolinhas e devolviam aos três mentores do trabalho.

Estando pronta a rede de distribuição e confiando na boa vontade de todos os voluntários que retiraram as sacolinhas, o grupo pode começar a voltar-se aos outros pormenores da distribuição, como a permissão para utilização da praça, policiamento, preparação do local, contatos com a Igreja e com o padre Dilermando, e a ONG "Amigos de Dom Bosco" que se prontificou a fornecer os lanches para o dia da entrega.

Além disso, as questões do armazenamento das sacolinhas, a montagem das sacolinhas extras, e o transporte das sacolinhas também são questões que foram cuidadosamente estudadas e resolvidas de antemão à distribuição.

Após todas as questões operacionais estarem resolvidas, começou-se a verificar o plano geral, onde o que ia ficar e como na praça, e foi elaborado o roteiro da distribuição, discutido entre todos e por todos até um consenso geral às vésperas da distribuição.

Uma semana antes, nos reunimos todos na ONG "Amigos de Dom Bosco", ao lado da praça para decidir todos os últimos detalhes da distribuição, onde cada um ficou ciente de sua tarefa e as últimas arestas foram aparadas para que tudo funcionasse perfeitamente no sábado seguinte.

O Padre Dilermando fez uma gentil doação de milhares de sacolinhas de lanches que a prefeitura havia doado a Igreja, que utilizamos como porta doces das sacolinhas extras, avisou que os banheiros da praça haviam sido limpos e que tudo estaria pronto para o sábado seguinte.
Conseguimos a cooperação do Batalhão de bombeiros que gentilmente cedeu um carro da Corporação para trazer Papai Noel à festa.

Fomos à praça, naquele dia, e o sol estava tão quente que pensamos muito no pessoal da enfermagem e dos primeiros socorros que precisavam estar prontos a atender os casos de insolação. Graças a Célia e aos seus assistentes, não houve nenhuma ocorrência.

Na quinta-feira, começamos a montar as sacolinhas extras ( que são sacolinhas montadas para crianças não cadastradas que aparecem ali na praça no dia da distribuição) Com muita harmonia e brincadeiras, o pessoal da SABESP e vários outros voluntários montaram as quase 600 sacolinhas extras em uma noite, deixando para o dia seguinte, apenas o carregamento dos caminhões.

Na sexta-feira, com a maioria das sacolinhas levadas até nosso posto avançado, chegaram os caminhões, e começamos o embarque das sacolas, 1187 sacolas normais, fora as extras sendo carregadas e amarradas individualmente dentro dos caminhões. Trabalho realmente e literalmente pesado feito quase todo ele sob a garoa fina de Sampa...

E o sábado, dia 11, amanheceu, nublado e acompanhado de uma garoa fria, chegamos muito cedo à praça, eram 6:30 da manhã e já haviam muitas pessoas nas grades do lado de fora, em fila (perguntamos a um senhor que respondeu que estava lá desde às 22:00 da noite anterior).

As barracas dos lanches já estavam fixadas e alguns carros começaram a chegar com os voluntários, que foram se aglomerando, e buscando algo para fazer desde a primeira oportunidade.

O policiamento chegou e se postou, como de costume, na entrada da praça, um pouco antes dos caminhões que foram manobrados para dentro da praça e após isso, começamos a preparar as filas e os sinais de avisos e indicadores.

O tempo deu um tempo pra nós e a chuvinha parou, o que nos ajudou e muito, as crianças no portão estavam ficando ansiosas... mal sabiam elas como os voluntários também o estavam.

Enquanto isso, os últimos preparativos para a festa estavam terminando, o pula-pula e o escorregador de borracha foram inflados, os brinquedos da praça foram decorados com bexigas, os lanches chegaram trazidos da ONG, juntamente com o caminhão-pipa da SABESP que forneceu Água Potável a quem quisesse, e os voluntários foram divididos para executar suas tarefas durante aquele dia, que parecia que nunca terminaria. (ou começaria)

Alguns minutos mais tarde, todos os voluntários estavam reunidos no centro da praça para as últimas instruções e para um breve contato com suas crenças. A tensão que havia no ar dissipou-se com o vento brando que surgiu na praça e os portões foram abertos.

É impossível descrever com perfeição o sorriso de uma criança, mas posso garantir que é uma das coisas mais recompensadoras que existem neste nosso universo. Se fazer uma pessoa feliz é uma benção, fazer uma criança sorrir é a coisa mais preciosa que podemos fazer.

Por toda a praça, olhares alegres, sorrisos, crianças dizendo: "olha mãe, pai", voluntários e crianças interagindo, rostos felizes, pais, mães, tios, avós vivendo um dia especial com suas crianças.

Passando pelas filas, indo até os caminhões, conversando e dividindo expectativas com voluntários zelosos e acima de tudo, atenciosos, que sempre tiveram uma palavra de esperança para elas, seja na fila, na triagem, no encaminhamento, na entrega ou na abertura dos presentes, participando e estimulando a alegria e a integração daquelas crianças.

E no meio disso tudo, as próprias crianças correndo, brincando, dando gargalhadas, conquistando atenção das pessoas, se exibindo com truques e brincadeiras novas, se alimentando, correndo de novo... enfim, sendo crianças ao redor daquela mágica manhã e tarde de dezembro, onde tudo o que aconteceu, foi por e para eles.

O Coral da Paróquia da Aclimação cantou alegremente e inflamou os corações de assistidos e voluntários, e, nesse meio tempo, o Caminhão de Bombeiros e o Papai Noel fizeram a sua aparição triunfal!

É reconfortante ver quantas crianças ainda acreditam no bom velhinho. E foi difícil mesmo conter a criançada! Que felicidade!

Terminada a distribuição das sacolinhas cadastradas, começaram a distribuição das extras, com brinquedos e doces para as crianças que apareciam. Foi uma festa tão grande quanto as das crianças cadastradas, com a mesma animação e disposição do pessoal.

Todo voluntário dessa festa conseguiu pelo menos uma história nova, uma lição de vida, ou mesmo um sentimento mais gostoso. Nossa festa teve a participação de mais de 1700 crianças, 190 voluntários de 5 a 79 anos de idade, e muito muito amor.

No final, agradecidos a toda a criação pelo apoio, e a todos pelo empenho e dedicação, as 15:00, o sol apareceu e nos brindou com um calor sereno e reconfortante que nos impingiu a todos, a esperança de termos feito pelo menos alguma coisa de bom, não só pelas crianças, mas por nós mesmos.

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março 01, 2005

Festa Geração Anos 80!

Quem não foi? PERDEU!!!

Cheguei no show com a Cê e encontramos a Ariett e seus amigos na frente do palco já se preparando para a festa. Depois das apresentações e de eu encher muito o saco dela para participar de uma brincadeira que eu quero fazer em breve, chegaram outras pessoas, como o Giggio e a Mariana, que impediram maiores gracejos de minha parte e as agressões físicas que se prenunciavam.

Lá pelas 10:40, 10 minutos depois da minha aposta no bolão, Léo Jaime e os Impossíveis abriram a festa *(ganhei essa aposta, fácil) com Misrilou (Dick Dale - Abertira de Pulp Fiction), logo pulando para Rock Estrela, As Sete Vampiras, Sônia, (com a aparição providencial e coreografia improvisada da DEUSA em forma de eterna ninfeta: Luciana Vendramini - com direito a selinho com o Léo - e explosão de vivas e urras da platéia) e, nessa hora, chegaram a Seila e o Alê, no meio de Fórmula do Amor. (com direito a coros e vivas da turma).

Após essa abertura colossal, Léo Jaime passou a bola para o apresentador e aniversariante da noite Kid Vinil (que não conseguiu falar de olhos abertos a noite inteirae trocou de roupa pelo menos umas 3 vezes), que após ser cumprimentado pela platéia, que lhe cantou os parabéns, entrou de sola com os Impossíveis e lembrou os tempos do Magazine, cantando Eu Sou Boy! arrancando aplausos da turma.

Após essa volta ao passado remoto, apresentou Leoni, que chegou mandando Educação Sentimental, Garotos II e Só Pro Meu Prazer, músicas bem legais, mas que reduziram um pouco o tom animado que Léo e Kid haviam dado no início da apresentação.

Depois dessa pausa no ritmo acelerado, Roger entrou em cena, mandando, um surf rock e continuando com Inútil, Ciúme e Nós Vamos Invadir a Sua Praia, com direito a back vocal do Kid Vinil, Léo Jaime e Leoni. (não é preciso dizer como essa apresentação foi marcada por aplausos e pedidos de BIS BIS!!!)

Kid Vinil entrou novamente no palco e levantou a platéia com Tic Tic Nervoso, outro sucesso do Magazine, e contou a história do cantor inglês que cantava em português que mais fez sucesso no Brasil em 1983: Ritchie que entrou no palco munido de uma flauta e cantou A Vida Tem Dessas Coisas, Casanova e Menina Veneno. (O Inglês mandou bem... pena que muita gente ali não curtiu - problema deles)

Após a saída do inglês abrasileirado, Evandro e as novas backs da Blitz entraram em cena e os Impossíveis embalaram sucessos Weekend, A Dois Passos do Paraíso (com direito a cover do Bob Marley), Mais Uma de Amor (Geme Geme), e o clássico: Você Não Soube me Amar! (de longe a parte do show mais interativa com a platéia, Evandro fazendo com sempre seus comentários bombásticos, e puxando a turma a cantar as músicas com eles)

Findo o Show, os músicos entraram no palco para uma Jam Session, que começou com Should I Stay or Shoul I Go, Bete Balanço, passou por Geração Coca-Cola (com erro de letra do Léo) e Meu Erro e terminou com Inbetween Days

Os músicos se despediram, sob os protestos do Léo que queria continuar tocando! E o Kid assumiu a mesa de som e começou a discotecar até o sol raiar...

Foi um puta show! salgado no preço e na minha pele... minha camiseta saiu de lá inundada! Quero mais!

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